
viverei plurais metamorfoses, insensível à boca aberta de desdentada víbora, desenvenenada por causas perdidas.
ah, vida... te levarei nos lábios sorridentes, repletos de possibilidades infindas e ainda, onde o plexo arde quando o homem bicho na nuca ruge e o suor pinga.
à ele, ofereço meu sorriso aberto de olhos fechados, como a boca que vira flor, ao ser ofertada nos beijos que lhe dou.










